A tiete

Fabi

Uma menina de 13 presa num corpo de uma mulher de 30.

Libriana, tímida, romântica, sonhadora, chocólatra, cinéfila, seriadomaníaca, shipper, palmeirense, noveleira, vidrada em música, rata de biblioteca, internauta, webmaster amadora, entre outras coisas...

A jornada iniciou-se aos 6 meses de idade, quando sua mãe a colocou na frente da televisão. Desde então, vicia-se rapidamente por qualquer expressão da cultura pop, seja ela qual for. Aos 5 anos pisou pela primeira vez num cinema e sente-se como se nunca tivesse saído de lá.

Passou por várias fases... Algumas continuam até hoje, outras ocupam um cantinho especial em sua memória.

Já atravessou um continente e poderá atravessá-lo quantas vezes for necessário, tudo em nome desta condição: a tietagem.

"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..." - Clarice Lispector

Sentindo-me...

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    KStew Amarelou!

    Como qualquer ser humano antenado no mundo pop atual, eu estava com a TV ligada na MTV assistindo o Movie Awards desse ano. Porém, ao contrário de 99,9% das pessoas, eu estava mais ansiosa para assistir a cena inédita de “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” do que o tão agradado trailer de “Lua Nova“. A tal cena, na verdade, era apenas uma sequência existente em 456971354 trailers divulgados, mas pelo menos pude ver o trio claramente lendo o texto no teleprompter. Awwwww, tão fofos!

    O que eu achei do trailer? Ah, o filme parece ser legal. Não surtei, mas gostei. Passei da fase fangirl, sabe? Twilight is so last season. Porém, não posso deixar de comentar… Taylor Lautner cresceu, né? Em todos os sentidos, se é que vocês me entendem. Bora parar porque prometi não fazer comentários até o coitado completar 18 anos. *assobiando*

    É claro que “Twilight” arrecadaria todos os prêmios da noite, afinal isso é um prêmio de votação popular e a série é um fenômeno. Caso contrário, pra quê o elenco inteirinho compareceria à festa? O filme conseguiu perder só em trilha sonora pra Miley Cyrus, que representou a galera Disney/HSM numa vingancinha básica de fanbases. Go, Miley! Quer dizer, detesto ela, mas adoro uma zebra!

    O momento mais esperado da noite pelos twilighters era o prêmio de Melhor Beijo, pois com certeza Robsten apareceriam juntos em cima do palco para recebê-lo. Quando foram anunciados foi gritaria geral, Robert Pattinson e Kristen Stewart sobem ao palco, fica aquele clima “empurra-empurra” pra ver quem fala e eles começam a ameaçar um beijo. Tenho certeza que muita amiga minha estava hiperventilando na frente da TV e eu só rindo. Eles foram se aproximando, fazendo charminho no maior estilo Bella & Edward e então… Kristen vira o rosto, agradece o prêmio e vai embora! Ela fez igualzinho ao Ronaldo na Copa da França… Amarelou! Toin!

    É clarooo que tudo foi combinado e mais claro ainda que não rolaria beijo. Duh. Porém, a gente tem que falar, né? Copiando o host da festa desse ano, Andy Samberg, que usou um trecho da música “This is How We Do It” em uma apresentação… KStew e Rpatzz, queridos: aprendam com os mestres do Melhor Beijo no MTV Movie Awards. É assim que se faz!

    O “quase-beijo” foi tão marcante, que a imprensa inteira esqueceu-se do fato depois que Bruno (personagem do comediante Sacha Baron Cohen) caiu literalmente de bunda na cara do Eminem, que saiu todo surtado pra fora da festa. Ui, estressou, benhê? Abafa! Tem gente que fala que foi combinado, outros falam que foi real. De qualquer maneira, sabendo que Eminem é declaradamente homofóbico, a cena foi simplesmente priceless!

    Para quem ainda não viu, aqui vai o trailer de “Lua Nova” e a cena “quase” inédita de “Harry Potter e o Enigma do Príncipe“.

    Glee

    Mesmo que essa temporada de “American Idol” tenha sido transmitida no canal Sony com apenas 4 dias de diferença (um recorde!), assisti a maioria das apresentações ao vivo através de link da net. Os links não são perfeitos e travam pacas, coincidentemente bem na apresentação daquele cantor que você queria ver (in Murphy we trust), mas uma das minhas diversões era acompanhar as propagandas que passam durante os intervalos. Como se sabe, AI é um dos programas de maior audiência na TV americana, então os anunciantes sempre têm cacife para estarem lá. Além disso, rola aquela promoção básica de seriados do próprio canal Fox. Cansei de ver promo spoiler de “House“, “Bones” e “Fringe“. Ainda bem que eu não sigo muito religiosamente nenhum dos três, senão enlouquecia. Foi justamente entre esses promos do canal que eu conheci “Glee“.

    Seriado teen + comédia + musical = grande potencial para a lista de Fabi. Aí o carinha da edição me bota o elenco cantando a sempre arrepiante “Don’t Stop Believing” do Journey tocando de fundo. Missão cumprida: deixou Fabi babando de vontade de assistir. Povinho esperto esse da Fox, hein? Martelar o promo durante um programa de música. E, logo após a estréia, lá fui eu baixar o episódio. Conclusão: viciei.

    “Glee” segue a história de um professor do ensino médio que tenta resgatar o coral da escola (Glee significa coral) para competir numa grande competição do gênero. Como em qualquer história teen, o pessoal do Glee é repleto de clichês: o nerd, o gay, a gordinha, a oriental, a garota-chata que quer ser famosa e cara popular/esportista, que nutre uma paixão enrustida pelo canto e que enfrentará todos os preconceitos para participar do grupo. Isso te lembrou alguma coisa? Super Troy Bolton, né? E a garota-chata? Sharpay Evans!

    Muita gente veio me perguntar se “Glee” era uma versão para a TV de “High School Musical“. De certo modo lembra, afinal estamos falando de um musical que acontece em uma escola. Duh. A parte dos testes, ensaios e apresentações remete aos filmes de Zach Efron e Cia. Porém, esta não é produção Disney, ou seja, não tem o mínimo compromisso com temas abordados, censura e o humor é bem mais ácido. Além disso, em “High School Musical” as músicas são extensões dos sentimentos de seus protagonistas, por isso eles começam a cantar independentemente de onde estejam. Em “Glee” as músicas até têm seu significado (tipo um grupo fracassado cantando “Don’t Stop Believing”? Hellooo!), mas são restritas ao teatro onde rolam os ensaios da competição ou no máximo ao chuveiro. Afinal, quem aqui não canta no chuveiro? E as músicas são super conhecidas: “Rehab”, “You’re the One that I Want”, “I Can’t Fight This Feeling” e a já citada “Don’t Stop Believing”.

    Na promo, a Fox divulga que “Glee” é do mesmo criador que “Nip/Tuck”, talvez por ser mais recente e premiado, mas é interessante mencionar que o primeiro trabalho do roteirista Ryan Murphy foi o seriado teen “Popular“. Lembram desse? Eu adorava! O elenco tem umas carinhas conhecidas como o fofíssimo Cory Monteith (que eu acabei de conhecer assistindo “Kyle XY“) como Finn, a ruivinha Jayma Mays (que a gente conhece de participações em “Heroes” e “Ugly Betty) e Jessalyn Gilsig (que fazia a mãe de Claire em “Heroes).

    O único inconveniente é que esse episódio foi só uma prévia, a temporada mesmo só estréia no outono americano. Então, se você assistir ao piloto e gostar, vai ficar mordendo os cotovelos por um novo episódio até Setembro. Outro probleminha é se você não curte musicais, coisa que acontece com muita gente que eu conheço. “Glee” não é o tipo de musical que os atores comecem a cantar do nada, nos corredores da escola ou campos de golf (”Bet on It! Bet on It!” Adooooro!), mas se você tem aversão a qualquer nota musical sendo projetada na tela, este seriado não é para você. Mas se você adora musicais como eu, recomendo: você vai amar!

    Se eu ainda não te convenci, assista essa cena do episódio. Se ela não te arrepiar e te der vontade de baixar o piloto instantaneamente, não se fala mais nisso. I promise.

    E a Tietagem Ainda Vive!

    Este não seria um blog sobre tietagem se eu não falasse da passagem no Brasil das duas maiores sensações da música teen no momento: Jonas Brothers e McFly. Você deve ter visto a cobertura da imprensa, principalmente no caso dos Jonas Brothers. A Globo fez entrevistas com os meninos em uns três finais de semanas seguidos no Fantástico, não teve como passar despercebido.

    Eu não fui a nenhum desses shows (eu sou doida, mas também sou pobre-de-marré-de-si), mas de novo pude conferir de perto a histeria das fãs do McFly passando na frente do escritório onde trabalho. Lembram do meu post anterior? Dessa vez, eu tenho que dar uma bronca: que sujeirada vocês deixaram na rua antes do show de quinta-feira, hein? Aff, fala sério! Era sujeira na rua, na calçada, invadindo as fachadas dos prédios… Tive pena do pessoal que teve que limpar isso. Aposto que os meninos do McFly ficariam envergonhados de ter fãs tão mal educadas! O povo de sexta foi mais civilizado. Enfim, depois de agüentar as fãs em 4 dias (2 em outubro e 2 agora) num espaço de 8 meses, eu já estou me sentindo íntima dos caras. Eu estava assistindo-os no Domingão do Faustão e eu até reconheci uma música de tanto que as ouvi cantando (não era “Lies”)! Estão vendo? Ouvir cantoria de fã o dia inteiro também é cultura!

    Fora a proximidade física (afinal a fila estava na porta!), rolou também umas coincidências bem legais, tipo um dos integrantes do McFly “twittou” o Chuchu diretamente do Rio! Para quem não sabe, David Archuleta abriu os shows da turnê inglesa da banda. Pô, porque não o trouxeram junto? Se ele abrisse os shows aqui, eu não estaria falando da fila, eu teria participado dela! Além disso, Chuchu vai abrir os shows de Demi Lovato (abertura dos Jonas Brothers aqui no Brasil) durante o verão. Ou seja, o mês de Maio foi praticamente uma festa de conhecidos de Archie no Brasil sem tê-lo presente! Damn it!

    Sobre o Jonas Brothers, eu não posso falar quase nada, a não ser o que passou no Fantástico: a babá brasileira, eles fazendo pão de queijo e falando que gostam de coxinha de galinha. Super fofos! Ah sim, teve a tosquice das Coleguinhas do Caldeirão do Huck entrevistando os meninos. Vergonha alheiaaaa delas dançando funk pra eles! Eu li em um blog que o som do show estava péssimo, mas me diga… Que fã ouviu alguma coisa no meio da gritaria?

    Eu sei o que você está pensando… Todo mundo adora criticar ou fazer piadinhas sobre essas bandinhas, até porque a histeria das fãs dá uma abertura enorme para o esculacho. É o seguinte: música pop, boyband e histeria sempre vão existir. Desde Elvis e Beatles. Minha mãe continua sendo tiete de Roberto Carlos, eu dos NKOTB, a filha da minha prima é fã dos Jonas Brothers (e estava toda tristinha porque não pode ir ao show) e a cadeia só vai crescendo, passando de geração para geração. Gostar de boyband é praticamente um rito de passagem na vida de qualquer menina (e menino também, porque não?). Para muitos, esse será o primeiro show da vida e eles se lembrarão disso para sempre.

    Então, se você não curte música pop teen, deal with it! Porque se até alguém da nossa realeza pop como Sasha, filha da eterna rainha Xuxa, dá uma de “migué” e agarra Joe Jonas, é porque a tietagem ainda vive! Adooooro!

    foto: Globo.com

    Deu Zebra!

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!

    Eu ri. Ri uns 5 minutos seguidos. Ri da cara de assustado do Kris, dos outros competidores comemorando no canto esquerdo do palco, do sorriso forçado da Paula Abdul, da incapacidade do Simon levantar da cadeira para aplaudir (será que se borrou?) e principalmente… Ri porque Adam Lambert perdeuuuuu!

    E no dia seguinte, ri mais ainda! O surto de algumas fãs do Adam foi tudo! Em uma noite eu virei homofóbica, preconceituosa, fanática religiosa, boring, não conheço talento… Eu já falei homofóbica? Isso também. Tudo isso só porque eu torci pelo fofo do Kris Allen. Alguém pensou que talvez eu apenas não goste do estilo do outro cantor?

    Em minha opinião, a vitória do Kris não teve nada a ver com opção sexual. O fator decisivo foi o povo que não frequenta internet, não participa de fanbase, não sabe do buzz que rolava com o Adam, nem conhece a vida pessoal dele… Tem muita gente que assiste ao programa, mas só vota na final. Então, eles vêm um cara fofo, cantando bonitinho e tocando seu violão/piano contra um cara completamente fora de tudo que eles estão acostumados. Em quem votar? Kris é a opção mais segura, tão simples quanto isso. Além disso, o grande público está cansado de assistir ao programa e sempre ser dito em quem deve votar. Fala sério, foi patética a cena do Simon pedindo voto pro Adam. Somos o que agora: marionetes? Não temos liberdade de votar em quem a gente quer?

    Por isso foi lindoooo ver o Kris vencendo! Kris não teve escadinha rosa choque, Kris não teve iluminação especial, Kris não teve standing ovation, Kris não teve capa da EW, Kris nunca ouviu “see you at the finals”, Katy Perry não bancou a ridícula usando capinha com seu nome bordado… E mesmo assim ele GANHOU! Com a mesma camiseta e All Star branco! Pedalaaaa! Underdog FTW!

    Obviamente o povo já está comparando Kris com a lista de Idols que não deram certo no mercado, chamando-o de novo Ruben Studdard ou Taylor Hicks. Sinceramente? Eu não tô nem aí que ele vire Ruben, Taylor, o escambau! ELE GANHOU! É isso que importa! E se ele seguir a linha pop/acústico/folk/country, seguindo o exemplo de seu dueto com Keith Urban, o cara vai estourar e vai calar a boca de muita gente. Tô torcendo para isso.

    Nada contra o Adam, gente! Pelamor, ele é um fofooo (cada entrevista que vejo, gosto mais dele) e um excelente cantor e performer, merecia tanto quanto o Kris, mas chega uma hora que essa pimpagem desproporcional enche e você vê o que aconteceu: o feitiço virou contra o feiticeiro. No final, quem decide é o povo! Some os votos dos fãs de todos os candidatos que não receberam esse tipo de privilégio com os do Kris e você tem o resultado final.

    KRIS IS THE NEW AMERICAN IDOL! SUCK IT, SIMON & TPTB!

    E o Matt?

    Vocês repararam que eu nem entrei em detalhes sobre a final, né? Eu fiquei @#$% da vida porque até o 10º lugar teve dueto na final e Matt Giraud teve que se contentar em cantar algumas linhas de “Black Magic Woman” ao lado de Carlos Santana. Ok, mas teve uma explicação. Scott MacIntyre fez alguma coisa de bom nessa temporada: jogou caca no ventilador e postou em seu blog porque o tal dueto entre ele e Matt sumiu da final.

    Aparentemente, Scott e Matt fariam um duelo de pianos com o cantor/pianista Billy Joel. Quando o AI não conseguiu (ou desistiu, ainda é um mistério) contatar Joel, eles cortaram a apresentação do cronograma, pois não tinha participação de celebridade. Vem cá, me corrija se eu estiver errada: a gente liga a TV na final pra ver celebridades ou pra ver os Idols? Enfim… A final passou e a insuportável da Lil Rounds acabou cantando mais que o Matt. FAIL.

    A história não para por aí: Scott continuou espalhando a caca (adooooro!) e postou em seu myspace o áudio do ensaio da tal apresentação. Quem quiser ouvir, só entrar em http://www.myspace.com/scottmacintyre (selecione a música “Tell Her About It” no player) ou baixar o mp3 pelo link. Fala sério, o dueto é muuuito bom! Fiquei mais @#%$ ainda que não deixaram acontecer! Quem sabe agora o dueto role na turnê… Que eu não vou assistir ao vivo. FML

    Nota mental de Fabi: Não sei se vocês sabem disso, mas tem gente achando que a vitória de Kris é também a vingança de Archuleta, que perdeu o título ano passado para David Cook. Será? Confira essa história no texto que escrevi para o site de David Archuleta no Brasil.

    Destino Encontrado

    Final de temporada de “Lost” é sempre a mesma coisa. Você fica na maior agitação com os acontecimentos, surtando com bombásticas revelações e de repente acontece uma coisa totalmente fora de tudo que você imaginou e… Bang! A tela preta com o logo aparece e você fica com aquela cara de tacho por pelo menos uns 2 dias, tentando processar o que você acabou de assistir. Yep, isso aconteceu de novo. Só que desta vez, o estado de estupefação durará bem mais, porque vamos falar o português claro… Jack (ou melhor, Juliet) detonou uma droga de uma bomba H na ilha, com o intuito de apagar tudo o que aconteceu com eles nessas últimas 5 temporadas!

    Sobreviver à uma bomba H? Rá, impossível! O plano de Jack dará certo? Eu não sei! Tipo… OMG! O que diabos acontecerá agora? Como diria o famoso ditado, que uso como lema da minha natureza free spoiler: “não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”! Mas, já que eles fizeram o favor de mostrar que tudo será diferente a partir de agora (começando pela telinha preta final que virou branca, né?), a gente pode especular… Todo fã de “Lost” tem uma teoria.

    Eu não posso deixar de comparar tudo o que aconteceu nesta season finale ao filme “Efeito Borboleta“. A história é basicamente a mesma: garoto é apaixonado por garota, toma uma má decisão quando criança, que acaba surtindo efeito na vida de todos a seu redor. Aí descobre que tem o poder de voltar no tempo e decide alterar o passado, para assim garantir um final feliz para ele e sua amada. Entendeu o paralelo com Jack e Kate? Quando Sawyer apertou, o doc revelou: ele quer apagar o passado para não fazer Kate sofrer novamente. Awwww, fala se não é a coisa mais linda ever? Mesmo que Kate tenha falado que nem tudo foi sofrimento entre eles, Jack acredita que tudo o que eles passaram juntos foi tão péssimo, que nem considera o simples fato de que Kate será presa assim que chegar a LA. Para ele, qualquer coisa seria menos sofrimento. Jack e seu complexo de inferioridade emo. Sério, não sei se eu bato ou pego no colo.

    Aí vem alguém me lembrar: “É, mas em Efeito Borboleta, ele não fica com a mocinha no final”. Pois é aí que a história se difere. Evan (Ashton Kutcher fez de tudo para ficar com Kayleigh (Amy Smart) e nunca deu certo, porque não era destino eles ficarem juntos. Em “Lost”, Jack abriu mão de Kate, deixando que o próprio destino decida. “If it’s meant to be, it’s meant to be”.

    Depois de pensar muito no assunto, eu até acharia legal se na season 6 nós tivéssemos uma breve visão de como seria a vida de nossos personagens se o acidente não tivesse acontecido. Locke continuaria paraplégico, Rose teria câncer, Aaron seria entregue à adoção, Michael e Walt viveriam juntos, Sayid reencontraria Nadia (está vendo? Destino!), Sun e Jin estariam separados e provavelmente Charlie, Claire, Boone e outros personagens ainda estariam vivos… E, quem sabe, Kate teria fugido da prisão (afinal ela é uma fugitiva. Duh!), conhecido Sawyer e acabariam vivendo felizes juntos (calma, eu não pirei! Bora dar um momento de felicidade às skaters: ver seu casal viver um relacionamento que se preze). Porém, um belo dia, andando pela rua em NY (como aquela famosa citação de Oracle*), ela encontraria um charmoso cirurgião e seu destino estaria encontrado. Afinal, Jate is fate, certo? Sempre foi, sempre será.

    (*)“You could put, Jack and Kate on a, New York City street, and have them pass each other, at rush hour, on a Wednesday morning. And, they would stop, and turn, slowing to watch each other go by. They know each other within the context, of a universal recognition. They have met before, this life. And, they will meet again, in another.” - Oracle

    O único problema de minha história é que fica faltando um pequeno detalhe: como, no meio de tudo isso, eles voltariam para a ilha? Afinal, todo mundo ouviu Jacob dizer “Eles estão chegando”. Não sei vocês, mas eu entendi que ele estava falando dos losties. Como vimos, Jacob os acompanhou (em alguns casos desde pequenos), sempre os salvando em momentos necessários, e logo chegará a vez deles retribuírem e salvarem a ilha. “Destino Encontrado” diz a promo da sexta temporada exibida logo depois do episódio final e, seja lá como for, ele arranjará um jeito de convocá-los a dar o nó final nessa fantástica história. Mal posso esperar.

    Nota mental de Fabi: Os produtores executivos Damon Lindelof, Carlton Cuse e JJ Abrams (que voltará à equipe para a última temporada) tentam revelar “Os Segredos de Lost“. Bem esclarecedor.

    Bye, Leyton

    Quando eu li a notícia que os atores Chad Michael Murray e Hilarie Burton, não voltariam para a 7ª temporada, fiquei assustada. Como assim? “One Tree Hill” sem Lucas e Peyton?

    Muito foi especulado sobre o motivo da saída do casal e o famoso “dim-dim” está no topo da lista. Chad já vinha gritando aos quatro ventos que o canal CW não tinha mais interesse em renovar o contrato com ele para salvar custos, inclusive soltou em uma conversa com fãs sem saber que estava sendo gravada para eles “começarem a blogar e reclamar sobre isso”. Quando bate o desespero, até a estrelinha apela! O criador/produtor executivo Mark Schwahn chegou até a falar que os atores estavam renegociando contratos para a próxima temporada, mas infelizmente isso não se concretizou. Pouco antes da season finale, um representante da CW confirmou a saída dos atores do elenco.

    O mais engraçado dessa história toda foi o povo surtando por causa de uma possível morte da personagem de Peyton. Afinal, como toda Maria do Bairro que se preze, Peyton estava no final de uma gravidez de risco. Pronto: cenário perfeito para mais um dramalhão em OTH. Ainda bem que iluminaram a cabecinha de Schwahn e acabamos vivenciando um lindo happy end para o casal: casamento, uma bebê linda (vem cá, Sawyer não é nome de homem?) e uma cena final com a família reunida no Comet.

    Pensando bem, acho que a história do casal terminou na hora certa. O que aconteceria agora? Lucas trairia Peyton com Brooke (ou com outro território a sua escolha) e destruiria a linda família que construiu? Aposto que os Brucas adorariam essa opção, e até teria certa ironia no negócio (Chad traindo a esposa com Sophia? Situação delicada.), mas foi melhor assim. Sem mais enrolações ou criações de triângulos sem sentido.

    Pelo que andei lendo, a 7ª temporada focará basicamente no relacionamento de dois casais: Nathan & Haley e Julian & Brooke (casal recém formado, mas que já mostrou potencial para uma história fofa). Além de achar mega estranho a história sem um dos irmãos Scott, o grande problema para mim será a falta de Lucas e Peyton. Eu comecei assistir ao seriado por causa deles, parei no começo da 3ª temporada por causa deles (tempos negros para Leyton), voltei dois anos depois e continuei por causa deles… Adoro o elenco todo, mas foi essa história que me manteve ligada até agora. Sem eles, não sei se tenho motivação. Acho que até baixo os episódios para ver como será, mas não será a mesma coisa. É uma pena…

    Para terminar o post com gostinho de nostalgia, aqui vai o discurso que Haley fez no casamento de Lucas e Peyton, que resume bem a história desse casal lindo:

    “Peyton Sawyer will become Peyton Scott. Lucas wrote this in the 8th grade. I remember him talking about her constantly and not just in the 8th grade. In the 9th grade, and the 10th grade, and the 11th grade, and finally in our Junior year Lucas gathered up his courage and talked to Peyton for the first time right here at this lake… and she was a bitch. He said, ‘Haley! I talked to her!’ and when I asked him if the fantasy was finally over if he could finally admit that Peyton Sawyer was human after all, and he said, ‘No. Peyton Sawyer is not human. She’s an angel, and she’s my angel’. I believe in true love. I believe in love at first sight. I believe love conquers all. That doesn’t mean that there’s not going to be hard days or difficult things to deal with because there will be. Finding that person who does it for you and knowing that, that person loves you back just makes everything so much easier. Peyton Sawyer will become Peyton Scott…that was the dream and here we are 10 years later and we all get to witness today a dream come true.”

    Bye, Leyton. Sentiremos sua falta.

    Hi Brazil. John here.

    Isso não é montagem, nem pegadinha do Malandro. John Mayer realmente postou isso em seu twitter no dia 26/04.

    M.O.R.R.I.

    Imagina??? O dia que eu ler a confirmação dessa notícia, vai ser o mesmo que eu me internarei na clínica do Dr. Castanho, porque eu vou ter um surto psicótico. FATO. É bom que assim eu faço companhia ao Bruno Gagliasso.

    Ok, voltando ao assunto… Além de prometer “trabalhar” para fazer um show aqui, John ainda confessou que, pela pequena amostra que ele observou, o Brasil parece não ter pessoas feias. Menino inocente, acha que aqui só tem modeletes. Dream on, John. Obviamente alguém mandou alguns exemplos nada encorajadores e ele caiu na real.

    Já vou começar a fazer um pé-de-meia para esse possível show. Imagina se ele confirma e eu tô sem grana? Aff, saí pra lá Murphy! Bate na madeira!

    Para fechar o post com chave de outro, aqui vão dois videozinhos para vocês assistirem. O primeiro foi ele mesmo que gravou e editou sobre sua viagem ao Japão. John quando precisa clarear as idéias, vai pro Japão. Se eu preciso fazer isso, no máximo me tranco no quarto. Gente fina é outra coisa. O segundo é a versão que ele apresentou com o Trio da música “California Dreamin’” do The Mamas and The Papas. É tipo… UAUUUUUU! Recomendo.

    So Far, So Pimp!

    Teoricamente, eu não tenho do que reclamar dessa temporada de “American Idol“. Meu favorito chegou ao top 5 graças aos votos dos fãs e a ajuda dos jurados, que o salvaram semanas atrás. Sim, Matt G fez história ao ser o primeiro candidato que recebeu o “resgate” dos jurados. Uma noite emocionante, que se tornou mais especial ainda por tê-lo no centro das atenções. Foram fofas todas as demonstrações de carinho que ele recebeu: o grito do público pedindo o “save!”, os competidores comemorando, as entrevistas, fotos do grupo abraçadinho… Fiquei muito feliz! E, como se isso não bastasse, Matt terminou sua trajetória no programa ouvindo um “brilhante” de Simon! Digam-me, do que eu teria que reclamar? Pois é, mas eu tenho…

    No dicionário de qualquer fã do programa com certeza existe a palavra pimp. O “pimp” é a forma que os produtores e/ou jurados encontram de privilegiar, dar vantagem a algum candidato. Por exemplo, entrevistá-lo antes da apresentação, colocá-lo para se apresentar mais ao final do show (teorias dizem que quanto mais próximo ao final, mais votos o candidato recebe), selecionar um figurino mais elaborado, uma iluminação de palco especial ou até elogiá-lo demais quando claramente a pessoa não foi tão extraordinária assim. Essa prática é comum no programa, com o exclusivo intuito de garantir que “certa(s) pessoa(s)” continuem na competição.

    Ano passado, vários fãs reclamavam do “pimp” tanto com David Cook quanto com Archuleta. Era claro que a produção queria a batalha dos Davids na final, então não mediram esforços para que isso acontecesse. Esse ano, o alvo preferido da produção aparentemente é apenas um único candidato: Adam Lambert. Vamos checar a lista: entrevista com Ryan Seacrest, check. Váaarios “pimp spots” até o momento (recorde nessa temporada!), check. Figurino? (OMG, o que foi aquele terno branco de cetim quando todo mundo estava vestindo cores escuras?!) Check. Iluminação? Isso conta a escadinha rosa choque, né? Check. Elogios exagerados? Mwahahahaha! Check! Ok, ele é definitivamente “pimped”! Porém, o pior veio durante a apresentação do top 8…

    Todo mundo que segue American Idol deve ter se chocado quando assistiu ao implacável jurado Simon Cowell aplaudir de pé a apresentação de Lambert. O que foi aquilo? Isso é o tipo de comportamento esperado de Paula Abdul, que sempre age como uma fangirl histérica sem o menor pudor… Mas Simon? Até tu, Brutus? Em 8 anos de programa, ele nunca fez isso. Nem pra suas queridinhas Kelly Clarkson e Carrie Underwood, então porque isso agora? Será que Adam é assim tão fantástico? Sim, ele é extremamente talentoso, mas a standing ovation me pareceu um tanto quanto exagerada. Sua versão de “Mad World” foi boa, mas não seria nada sem todos os efeitos teatrais de iluminação. Além disso, conceder esse favoritismo em uma apresentação do top 8, faltando mais de um mês para o final da competição, não é nada fair play. O que os outros competidores devem fazer agora? Arrumar as malas e se retirarem, afinal já elegeram o vencedor? Toda semana ele sempre é (aprenda outras palavras do dicionário “americanidolês”) overpimped (super elogiado) e overrated (super estimado), ao ponto de todos os críticos e bloggers sobre o programa já consideram certa sua vitória na competição.

    O que me deixa mais irritada é que, se realmente Adam é tudo isso que falam, porque eu não consigo apreciar? Por que eu, como grande fã do programa, não tenho essa mesma visão? Eu realmente queria participar da comoção coletiva que rola em torno dele, afinal seria bem mais indolor e tranquilo todo o processo dessa temporada, mas infelizmente não dá. Ele é talentoso, inovador, polêmico, corre riscos… Concordo com tudo isso. Mas recording artist? Eu só consigo vê-lo como astro de um grande musical da Broadway. Lá faz sentido seu exagero e dramaticidade, mas no “American Idol” é pedir demais. Eles achavam Fantasia Barrino teatral, isso que ela tinha 5% do exagero dele, e onde ela foi parar? Broadway.

    De qualquer maneira, o sentimento de grande final que eu tive essa temporada foi quando Matt foi salvo pelos jurados. Eita sensação boa! Até chorei! Só faltou a chuva de papel prateado! Eu sempre soube que Matt não chegaria à final, após seu resgate o que veio foi lucro. Afinal, o circo está armado e o astro principal já foi escolhido. Só está faltando selecionar quem será o palhaço ao seu lado. Ainda bem que o Matt se safou dessa…

    Nota mental de Fabi: Ver seu favorito receber um wildcard: Bom!
    Ver seu favorito ser salvo pelos jurados: Ma-ra-vi-lho-sooooo!
    Ver o Adam no bottom 2: Não tem preço!
    Existem coisas que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe AMERICAN IDOL! :P

    The Goonies Reunion


    Clique na figura para ver o vídeo.

    Para comemorar a edição de 20 anos da revista Empire, nada melhor do que ilustrar a capa com atores de um filme da mesma época. E que tal pegar a galera do melhor filme de aventura infantil ever? Yes, The Goonies! Amoooo! Acho que meu DVD já deve ter furado, de tanto que eu já assisti.

    No vídeo acima, a galera fala sobre como foram as gravações em 1984, suas lembranças, que eles não se encontram desde a gravação dos comentários do DVD há 8 anos atrás e até sobre a possibilidade de gravarem uma sequência. Goonies never say never. Or die.

    Momento nostalgia que vale muito a pena!

    Obs: O que acontece com Kerri Green e Corey Feldman que nem olharam pra câmera na foto?

    Nota mental de Fabi: Thanks Vivis pelo link!

    Fonte: Empire Online

    Oh Chuck Me!


    Clique na figura para assistir ao vídeo.

    SPOILER ALERT!
    Se você não quiser saber, sugiro que pule direto para o próximo post.

    Usando as imortais palavras de Agente Casey: “Oh Chuck Me!”. Meus olhos não acreditaram no que vi nesta cena do episódio “Chuck Versus the Colonel”! Ainda bem que o código embed está desabilitado no YT, senão a spoiler seria descarada demais aqui…

    Assista por sua conta e risco. Mas já aviso: vale muuuuito a pena!

    Ah, e para quem estiver se perguntando: a música que toca nessa cena é “Creature Fear”, de Bon Iver. ;)

    Nota mental de Fabi: Meu mais novo mantra: Chuck precisa ser renovado! Chuck precisa ser renovado! Chuck precisa ser renovado! Chuck precisa ser renovado! Chuck precisa ser renovado! Chuck precisa ser renovado! Chuck precisa ser renovado!