A tiete

Fabi


Uma menina presa em um corpo de uma mulher.

A jornada iniciou-se aos 6 meses de idade, quando sua mãe a colocou na frente da televisão. Desde então, vicia-se rapidamente por qualquer expressão da cultura pop, seja ela qual for. Aos 5 anos pisou pela primeira vez num cinema e sente-se como se nunca tivesse saído de lá.

Passou por várias fases... Algumas continuam até hoje, outras ocupam um cantinho especial em sua memória.

Já atravessou um continente e poderá atravessá-lo quantas vezes for necessário, tudo em nome desta condição: a tietagem.

"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..." - Clarice Lispector

Sentindo-me...

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    Kradison

    A 8ª temporada do American Idol foi marcada pela imensa fanbase do trio de competidores Kris Allen, Adam Lambert e Allison Iraheta, o chamado Kradison. Tinha muita gente que torcia pelos três e o objetivo era mantê-los na competição até o final, formando assim o top 3 perfeito. Afinal, se eles entraram juntos no top 12, nada mais justo que terminar também. Porém, Danny Gokey estava no caminho e tirou o lugar de Allison Iraheta (que foi eliminada no top 4) da “tríplice aliança”.

    Seja como for, logo após a final, a 19 (produtora do próprio programa) anuncia a contratação de quem? Quem? Kradison! O vencedor Allen e Iraheta foram para a gravadora Jive (onde também estão Jordin Sparks e David Archuleta) e Adam para RCA (lar do vendedor de 2008, David Cook).

    Como aqui no Brasil, a Sony demora para lançar (isso se lançar…) álbuns dos Idols, a gente tem que se virar para ouvir o trabalho do pessoal. É sempre uma alegria ouví-los, mesmo que você não seja uma grande fã, pois é a concretização do que o programa representa: presenciar todas as etapas desses aspirantes à astros até o grande objetivo final, o CD! Portanto…

    *Fabi levanta a mão esquerda* “Prometo tentar ser super imparcial e deixar minha torcida de lado nas reviews abaixo.”

    Todos aqui sabem que meu favorito ano passado sempre foi Matt Giraud (#SignMattGiraud!), mas quando ele foi eliminado no top 5, apostei todas as minhas fichas no som de Kris Allen e digo com toda a convicção: não me decepcionei! Além de vencer a competição, em uma das finais mais surpreendentes da história do programa, (em minha opinião) o CD de Kris é o melhor dos três.

    Fugindo um pouco do toque acústico que costumava apresentar, seu auto-intitulado álbum é uma boa amostra do pop-rock contemporâneo, trabalho que ele desenvolveu ao lado de nomes como Joe King do The Fray, David Hodges do Evanescence, além do compositor Claude Kelly (de sucessos de Kelly Clarkson e Britney Spears) e o produtor Salaam Remi (de Amy Winehouse). O álbum é bem comercial, do tipo que a gente ouve tocando todo dia no rádio, isso sem ser descartável. Ah, e lembram a fantástica versão de “Heartless”, cover de Kanye West, que o consagrou no Idol? Ele fez outra novinha para o álbum! Preciso dizer o quanto gosto desse CD? Ele é o único dos três que mantenho completo no meu ipod, pois gosto de todas as músicas sem exceção.

    Kris pode não ter sido o vencedor que mais vendeu na história do programa, mas convenhamos: esse ano nenhum Idol estourou de vendas. O single “Live Like We’re Dying” (regravação de uma faixa lado B da banda The Script) é seu grande mérito. Mesmo sem uma grande divulgação, a música mantém-se nas paradas de sucesso e alcançou no início deste ano a marca de 500 mil cópias vendidas! GO KRIS!

    Favoritas: “Live Like We’re Dying”, “Before We Come Undone”, “The Truth”, “I Need To Know” e “From the Ashes” (que não entrou no album, mas devia ter entrado!).

    Com certeza este foi o álbum mais aguardado da temporada passada do Idol. Depois de ser surpreendentemente derrotado por seu colega Kris Allen, Adam Lambert virou queridinho do mundo pop e figurinha fácil da A list do showbiz, chegando até a gravar a música-tema do blockbuster “2012” e estrear seu primeiro single no encerramento do American Music Awards. Chiqueeeee!

    Até por causa disso, seu álbum de estréia, intitulado “From Your Entertainment”, coleciona colaborações suuuper “hypadas” como os produtores Rob Cavallo (que já havia trabalhado com David Cook) e Linda Perry (ex-vocalista do 4 Non Blondes e mentora de Gwen Stefani, Christina Aguilera, entre outras), membros das bandas The Darkness e Muse, o requisitado compositor Ryan Tedder, a jurada do AI Kara DioGuardi, além das cantoras Pink e Lady Gaga. Assim, só para citar alguns…

    Eu estou sendo super sincera quando digo que o álbum é legal. É legal sim. Porém, confesso que estranhei um pouco, pois esse não é o Adam que eu conheci no AI. Tipo, não é o Adam “Rock God!” [/KaraDioguardi], é um Adam pop-rock-eletrônico básico, tenho que me adaptar a mudança. Sabe que eu até senti falta dos berros? Claro que ele dá os agudos altíssimos dele de vez em quando, afinal essa já é sua assinatura, mas o álbum nem é tão cheio deles quanto eu esperava…

    FYE (como os fãs gostam de chamar o álbum) até que está vendendo bem, chegou as 400 mil cópias vendidas e devem chegar fácil ao álbum de ouro. Way to go! Assim, falando francamente, não está sendo o estouro esperado, mas está vendendo praticamente a mesma coisa que David Archuleta. É até engraçado comparar Adam à Archie, mas de runner-up para runner-up, fica tudo em casa.

    Favoritas: “Soaked”, “Aftermath” e “Time for Miracles”

    Logo no início da competição, Allison Iraheta provou o quanto sua voz era poderosa em uma sólida versão de “Alone” da banda Heart, música que eu nunca ousaria cantar depois de Carrie Underwood. A garota é corajosa! Porém, do trio, ela parecia ter a fanbase mais fraca e vivia esbarrando no “bottom 3”. Foi então que o jornalista da “Entertainment Weekly” Michael Slezak resolveu fazer uma campanha para manter sua favorita deste ano no programa. E o “Save the Rocker, Save the Show” acabou não só aumentando sua projeção como, com certeza, abriu as portas das gravadoras para sua contratação.

    Seu álbum de estréia, “Just Like You”, é exatamente o que eu esperava: pop rock atual, na linha de Paramore e Pink. Esta última que, usando seu nome verdadeiro Alecia Moore, assina a composição da faixa 11, “No One Else”. Além disso Max Martin, que revelou Britney Spears e Katy Perry, compôs e produziu várias faixas, incluindo o single “Friday I’ll Be Over You”.

    Confesso que quando ouvi o single, eu não gostei. Achei estranho, não era o tipo de som que estávamos acostumados a ouvir com ela. Muitos compararam o estilo com o de Miley Cyrus ou Demi Lovato. Sim, talvez o som tenha esse tom “pop chiclete” das queridinhas da Disney. Porém, eu mudei completamente de opinião quando vi o clipe. Parecia que finalmente eu havia entendido a proposta da música! Hoje, é uma das minhas favoritas do CD. O que não faz um videoclipe? Aliás, todo o conceito visual de Allison está fantástico. A capa do seu álbum é a minha preferida dos três. Lindona!

    Favoritas: “Friday I’ll Be Over You”, “Don’t Waste the Pretty”, “Holiday” e “I’m Still Breathing”

    Evi is My Hero!


    crédito: Carol Lilly

    Com certeza todo mundo sabe o significado da expressão “momento Mastercard”, né? Seguindo o slogan da empresa de cartão de crédito, são momentos inexplicáveis, únicos, “que não têm preço”. Pois bem, o vídeo acima contém um desses momentos.

    A jornalista do canal E!, Kristin dos Santos, mantém um blog de notícias e fofocas sobre séries de TV. Seu estilo já é conhecido: ela é totalmente tendenciosa, deixando bem claro sua opinião particular, principalmente em relação aos seus personagens e casais favoritos. Até aí, tudo bem, o blog é dela e ela escreve o que bem entender. Como a gente não bate muito de opinião e ainda mais por ser total spoiler free, eu nem acesso sua coluna e assim ficamos quites. Porém, eu tive que entrar lá e conferir com meus próprios olhos a entrevista que ela fez com os atores de “Lost”, Josh Holloway e Evangeline Lilly.

    Kristin é declaradamente “skater” (fã do casal Sawyer e Kate) e estava lá com o objetivo de ser uma porta-voz dos shippers do casal. Eles sempre reclamam que existe pouco material com os dois atores juntos, fizeram até um abaixo-assinado para alguma revista investir em um photoshoot estrelado por eles, então a entrevista era a oportunidade perfeita para isso. É justo, muito justo, justíssimo! Porém, Kristin não contava com a astúcia de… Evangeline. Já no início da entrevista:

    Kristin: “Vocês sabem que fãs se preocupam de verdade com o que acontecerá entre vocês dois romanticamente?”
    Evi: “Sério? Na verdade nós ficamos sabendo esta manhã que 38% se preocupam com Kate e Sawyer e a outra parte se preocupa com Kate e Jack.”
    Kristin: “Eu aposto que as fãs do Jack te disseram isso.”
    Evi: “E você é fã do Sawyer, eu sei disso.”

    Vixiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! A imagem da Evi dando um “pedala” na Kristin não sai da minha mente. Todo mundo sabe da minha paixão pelo herói de “Lost”, Jack Shephard, mas a partir de hoje Evi é minha heroína! Ela conseguiu falar tudo o que uma jater sempre quis falar para Kristin durante todos esses anos! Adooooro!

    Porém, o pior ainda estava por vir. Não contente com isso, Kristin promoveu uma enquete para conferir se o dado que Evi citou estava mesmo correto. Quer dizer, ela quis desmentir a informação da atriz! Afff! E querem saber mais? Até o momento a tal enquete está dando um resultado bem maior que os 38% que Evi falou.

    Fala sérioo! É pra gente rir demaaaaaais! Aiiiii, Krikri… Eu sabia que um dia você faria um papelão desses… Vergonha alheia de você. *facepalm*

    Battle Studies

    Após 3 anos, eis que em 23/11/09 surge o quarto álbum de inéditas da carreira do cantor/compositor and love of my life, John Mayer. Voltando às suas raízes pop, ele desenvolve em 12 faixas uma temática comparativa entre amor e guerra, daí o título “Battle Studies” (Estudos de Batalha).

    O álbum dividiu a opinião da crítica e público e acabou decepcionando ao ficar de fora da lista de candidatos ao Grammy, prêmio do qual John participa desde sempre. Após “Continuum”, John passou a freqüentar mais as páginas dos tablóides e isso pode ter refletido em seu trabalho. Por outro lado, os tablóides dão projeção ao seu nome e obviamente contribui comercialmente. Seja como for, “Battle Studies” estreou na primeira posição da parada Billboard com aproximadamente 300 mil cópias vendidas em uma semana. Como diria aquele dito popular, “é uma faca de dois legumes”.

    O fato é que o povo adora uma fofoca e aposto que uma boa parte que comprou o álbum estava ansiosa para saber qual música foi escrita para qual famosa ex-namorada (afinal, a lista é considerável). Eu tenho uma teoria sobre “All We Have To Do Is Say Goodbye” ter sido escrita para Jennifer Aniston, mas ele disse numa entrevista que foi composta 2 anos atrás. Bem, até aí Justin Timberlake também disse que “What Goes Around, Comes Around” foi inspirada na história de um “amigo”. Sei…

    Musicalmente falando, o álbum não progrediu nada desde “Continuum”. Eu não entendo lá muita coisa a respeito, mas a minha impressão é que ele fugiu um pouco da linha bluesy que mantinha desde o lançamento do John Mayer Trio e retornou ao segundo álbum “Heavier Things” para resgatar a levada pop. A partir daí, criou-se uma lista de melodias agradáveis e refrões grudentos (digo grudentos, porque eu fiquei um dia inteiro cantando “that’s the way, that’s the way, that’s the way that I want it”…), típicos do estilo. E eu, particularmente, adoooro! Atenção: isso vem de uma fã que considera “Only Heart” uma ótima música. Talvez eu não seja um bom parâmetro.

    Mas sim, tem música que eu passo direto quando surge no shuffle. Tipo a chata “Friends, Lovers or Nothing” (que tem cara de música que toca em formatura), a sonolenta “War of my Life” (o próprio John disse que essa é a “Gravity” deste álbum! Onde?) e até a cover “Crossroads” (depois do sucesso de “Bold As Love”, ele deve ter achado que devia botar outra cover nesse álbum. Sugestão, John: a partir de agora, deixe as covers pra um álbum especial só com elas e libere espaço para músicas originais, ok? Thanks.).

    “Love is a Battlefield”, já dizia o cláaaassico de Pat Benatar lá nos anos 80. A mesma coisa repetiu Jordin Sparks em seu mais novo álbum. Então, porque diabos John Mayer achou que o tema era “inovador” para colocar como centro de seu novo álbum? Simples, porque o cara não sabe escrever sobre outro assunto. E isso não é uma crítica, é uma constatação! Ele tenta “pagar” de durão, quer tirar seu estereótipo de cantor sensível que surgiu lá na época de “Your Body is a Wonderland”, mas no fundo ele é a personificação do último romântico e é isso que “Battle Studies” representa. Porque até mesmo quando ele diz que está “Perfeitamente Solitário”, ele completa:

    “And this is not to say
    There never comes a day
    I’ll take my chances and start again
    And when I look behind
    On all my younger times
    I have to thank the wrongs that led me to a love so strong”.

    Viu? Fala sério, John! Sai desse armário de uma vez, abre a porta e grita: “Eu sou água-com-açúcar mesmo! E daí?”. Vai fazer tãooo bem pra você.

    Preferidas: Heartbreak Warfare (que devia ter sido o single, né, John?), Edge of Desire (linda demaaaais!), Assassin (so cool!), Perfect Lonely, Half of My Heart e Do You Know Me.

    Sneak Peek de Relíquias da Morte

    Ahhh, que ansiedadeeeee! Esse é o melhor livro, a melhor história… Sem dúvida vai ser o melhor filme de todos! Ou melhor, os melhores, porque serão 2.

    O pior de tudo isso é que a gente tem que esperar praticamente 1 ano para assistir ao filme! Gaaah! Mas tudo bem, nós somos fãs extremamente pacientes e tolerantes. Well, kinda…

    Agora vou confessar uma coisa terrível. Sinto-me como uma má fã nesse momento, mas enquanto eu assistia ao vídeo, bateu uma incrível dúvida. Eu não lembro o que são as “Relíquias da Morte”. Sériooo! Branco total! *Fabi se esconde*

    Eu me lembro da trama geral, da caça pelas horcruxes, de momentos específicos (por exemplo, um beeeem shipper), de ter me debulhado em lágrimas em uma cena específica, mas… O que são as relíquias mesmo? Vou ter que ler tudo de novo.

    Bem, pelo menos para isso eu vou ter tempo. “Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I” estréia em Novembro de 2010.

    Vídeo: Potterish

    É Meu Nomezinho!

    Qual é o sonho de qualquer fã? Essa é fácil: conhecer seu ídolo, né? Mas e se esse ídolo viver fora do Brasil e as chances de você conhecê-lo são praticamente impossíveis?

    Essa é mais ou menos a vida de um fã de qualquer artista internacional. A gente vive torcendo para que ele/ela visitem o Brasil e só assim, quem sabe, a gente terá uma chance de chegar perto. Tivemos a prova disso aqui quando os atores da saga “Twilight” vieram passar 2 dias em São Paulo para divulgação do filme, “Lua Nova”. Loucura, né? A recepção foi tão calorosa, mas tãooo calorosa, que as fãs traumatizaram o coitado do Taylor Lautner… Tadeeenho, o garoto vai chamar o segurança toda vez que uma fã brasileira chegar perto. A partir de agora, melhor mentir a nacionalidade, gente.

    Digamos que eu sou uma das raras exceções que não anseio demais para conhecer uma pessoa que admiro. Assim, eu adoro assistir ao show, ver alguém de pertinho, mas chegar junto pra um “tetê-a-tetê”? Aí o negócio complica… Já comprovei na prática que não tenho desenvoltura suficiente para iniciar um papo amigável e acabo estragando o momento. Imagina um papo meu com John Mayer? Eu não entendo nem 1/3 dos tweets dele, ao vivo então… Pff, total Patolina. Porém, existem outros meios de se conseguir um contato próximo sem nem chegar perto.

    Já faz um tempinho, Dodô (administradora do site DavidArchuleta.com.br) mandou um presentinho para ele através de uma amiga nossa do Canadá. Pediu pra ele assinar umas coisas pra ela, tipo capa de CD e fotos, mas ela nem esperava mais receber de volta, a gente sabe o quanto ele é ocupado e tal… O menino não tem tempo nem de respirar direito, imagine responder uma carta do Brasil. Eis senão quando… Ela recebeu a resposta! Veja os scans AQUI.

    Ele fez um autógrafo em português pra gente! Dodô mandou uma colinha do texto pra ele copiar e o fofo atendeu! Awwwwwwww! Além disso, ela mandou de surpresa duas fotos pra ele assinar pra mim e Dani (a guerreira que dá um gás nas atualizações do site)! OMGGGG! Vocês viram lá em cima? É meu nomezinho! Ele escreveu Fabi! E veio até com impressão digital! Ele pegou nesse papel! Ok, agora tô exagerando. Tá, parei. Vocês não imaginam o quanto eu fiquei feliz! Dodô, muuuito obrigada por proporcionar à essa ridiculamente embaraçosa fã um grande momento com seu ídolo, mesmo que tenha sido através de um simples papel.

    Esse foi o primeiro de vários contatos que o pessoal do site já teve com ele. Depois disso, Chuchu já respondeu para Dani e outras fãs brasileiras no twitter, enviou mais duas páginas respondidas do nosso questionário, recebeu presentes, tirou mais uma foto para a gente, entre outros. Ou seja, já somos praticamente íntimas do Chuchu. Nóis é chique, benhê! Quem quiser conferir tudo isso, é só dar um pulinho lá no site. Tem tudo lá no menu do lado direito da página.

    Meses depois, estava eu no twitter lendo as mensagens do jornalista da Entertainment Weekly, Michael Slezak, que tem uma coluna especializada em American Idol, quando lembrei: “Pô, Matt Giraud tinha feito um desafio à Slezak: assim que o single da Allison Iraheta fosse lançado, ele iria ao programa dele apresentar uma versão da música. A Allison já lançou o single. Bora encher o saco do Slezak falando isso”. E mandei uma mensagem pra ele.

    Um tempo depois, Jubs começa a me encher no MSN: “Respira, Fabi. Não desmaia”. E eu: “WTF?”, nem me ligando no que estava acontecendo. Jubs: “Espera seu twitter atualizar”. Isso já estava me deixando nervosa. Foi então que eu vi… Meu nomezinho ali, num RT de Matt Giraud! OMGGGGGGG! Como se não bastasse, Slezak respondeu para Matt! E isso tudo começou com tweet totalmente descompromissado meu! *thud*

    O que posso dizer? Aqui vive uma fã feliz.

    :)

    Temporada de Moda Capricho

    Quem me conhece sabe que eu não sou lá uma pessoa fashionista. Não me ligo muito em marcas, não gasto os tubos em roupas, faço mais o estilo confortável e adoro estar de jeans, camiseta e tênis. Porém, o que muita gente desconhece é que eu simplesmente adoro moda! Eu fico fissurada quando tem uma SPFW, querendo ver os desfiles e tal, cheguei até a cogitar prestar a faculdade, mas a comunicação falou mais forte. De qualquer maneira, meu trabalho de conclusão de curso foi uma revista de comportamento e moda. How about that?

    Por isso, fiquei de olho na progamação do canal Boomerang, quando começaram a anunciar o reality show “Temporada de Moda Capricho”, onde vários estudantes de moda concorriam a uma vaga de estagiário na maior revista teen do país, a Capricho. A cada episódio, os jovens eram submetidos à análise baseada na construção de looks inspirados em temas específicos (festa, passeio, praia, retro etc.) e, no final, um participante era eliminado. Ou seja, era uma mistura de O Aprendiz com Project Runway. Adooooro!

    Em todo reality show a gente acaba se afeiçoando por um participante (“American Idol” que o diga), porém desta vez não torci para ninguém. Eu gostava de todos do grupo, com pouquíssimas exceções, e foram justamente essas exceções que criaram um novo critério: eu sabia quem eu NÃO queria que ganhasse. Um detalhe importante foi a participação de garotos também. As pessoas normalmente têm um preconceito bobo sobre profissões tradicionalmente masculinas ou femininas, por isso foi interessante reparar que existem meninos super competentes no mercado da moda.

    O programa foi ficando tão bom, mas tão bom, que acabou se tornando minha mais nova mania. Não perdia um episódio! O mais interessante foi mostrar que uma revista teen não é construída de escolha de cores pastéis, fontes fofas e futilidade, mas sim com muita pesquisa, referências e fundamento. Durante as semanas que o programa foi transmitido, fiquei por dentro das novas tendências de moda, além de aprender como realmente funciona a construção de um editorial de moda de uma revista.

    A final foi disputada uns dias atrás entre Monique e Clarissa (quem, btw, era umas das exceções que citei acima) e a tarefa das garotas foi criar a capa da mais recente edição da revista, a que justamente está nas bancas agora. Monique saiu vencedora (yessss!), escolhendo todos os looks fofos que a cantora Cláudia Leitte usou nesta edição e, uma hora dessas, deve estar ocupando uma mesa lá no prédio da Marginal. Êee, vidão!

    Pena que eu não consegui fazer esse post antes, assim passaria a dica adiante, mas para quem quiser conhecer mais do programa acesse o site: http://www.temporadademoda.com.br

    Lua Nova

    Minha teoria estava certa. Assim como aconteceu com “Harry Potter e a Ordem da Fênix”, acabei gostando do 2º filme da saga “Crepúsculo”. Lua Nova foi um dos livros que eu menos gostei da série (perdeu o posto de pior recentemente para “Amanhecer”) e depois da “belezura” que foi “Crepúsculo”, minhas expectativas estavam super baixas. Talvez por isso eu acabei gostando.

    Para quem nunca leu os livros, “Lua Nova” é um dos livros mais entediantes da saga, pois o personagem de Edward basicamente some da história. Dá uma crise de “super-herói emo” nele, do tipo “você-vai-se-machucar-se-ficar-ao-meu-lado” e ele abandona Bella. Eu lembro quando estava lendo, minha amiga Vivis ficava dizendo “aguarde pela página tal” e foi um martírio chegar até lá, para ver finalmente a história entrar nos eixos. Pois é, o maior mérito do filme é justamente ao contrário: você não sente a mínima falta do Edward. E devemos tudo isso a uma única pessoa: Taylor Lautner.

    Sério, ele É o Jacob. Não sei como pensaram em substituir o cara, só porque era novo demais. Físico se ganha e ele provou com muita determinação. Taylor não é só lindo (sim, esse detalhe a gente não pode deixar de notar), mas interpreta muito bem e pegou total o tom sarcástico e protetor do personagem. Se eu já gostava dele, passei a amá-lo. Sem falar que a química entre ele e Kristen Stewart é excelente! Ele até conseguiu tirar uns sorrisos dela e acredite: isso já é um grande avanço.

    Falando nela… Já estou meio cansada de reclamar da total falta de emoção da menina. Gente, o que foi a cena da despedida de Edward? Parecia que ela estava anestesiada! Ok, ok… Bella estava em estado de choque. Mas nem uma mísera lágrima? Ela não moveu um único músculo do rosto para expressar tristeza, desespero, ou qualquer outro sentimento que seja! E o que a Kristen tem de menos o Robert Pattinson tem demais. Desculpe fãs, mas achei as cenas dramáticas do Edward extremamente exageradas. Sempre com aquela cara de dor de barriga… Rob querido, não é porque Edward é vampiro que as reações devem ser maximizadas, ok? Pode interpretar normalmente que tudo dá certo. Contaram que ele reclamou que as lentes incomodavam, então talvez seja esse o porquê vira e mexe ele estava espremendo os olhos.

    Ainda no elenco, não posso esquecer os Volturi. Perfeitos! Quer dizer, teve gente que praticamente não abriu a boca na cena, mas o Aro está fantástico e a Jane dando um “crucio” no Edward foi ótemo! Dakota Fanning teve mais competência em uma cena do que Kristen em dois filmes inteiros. Nos livros eu praticamente abomino essa parte que ficam falando dos Volturi, acho um porre, mas até que no filme acabou sendo a cena mais interessante. Só um detalhe: aquela parte que mostram o quadro com a família… Vixiiii, que coisa mais mal feita! Fala sério, hein? Gastaram toda a grana para “melhorar” a purpurina do Edward e esqueceram da família real vampiresca? Aquilo é efeito “Poster Edges” de Photoshop! Não é por nada não, mas os quadros de Hogwarts em são bem melhores.

    Na parte Quiuleute da história, o “pack” está bem caracterizado. Eu li comentários reclamando que eles só ficam sem camisa… Pára, né? Eu é que não vou reclamar disso! Os lobos ficaram melhores do que eu imaginava, a maquiagem da cicatriz da Emily ficou convincente e adorei ver o Harry (interpretado pelo ator “índio-americano” básico de todos os filmes, Graham Greene). Deixaram o Billy meio de escanteio nesse filme, mas fazia sentido dar mais enfoque ao Harry.

    O “calouro” na saga, Chris Weitz, fez um bom trabalho na direção, tirou aquele tom azulado/gótico do anterior e assim deu pra perceber melhor os detalhes: as cores dos olhos dos vampiros e a palidez deles perto do resto do povo. No primeiro filme, a Bella tava tão branca que também parecia uma vampira. Além disso, Forks se tornou mais aconchegante, não tão gélida como era descrita. Também senti que o roteiro foi bem mais fiel ao livro, pois reconheci a maioria das cenas e situações. Os efeitos foram aprimorados e bem utilizados, apesar de que toda cena de luta parecia ter saído de uma seqüência de “Matrix” e Edward continua abusando da purpurina. Glam Ed is back!

    Porém, de uma forma geral, “Lua Nova” superou minhas expectativas. Assim, não sai surtando do cinema, mas fiquei satisfeita com o resultado. Pelo menos meu post teve bem menos veneno para destilar. Quer dizer… Eu não poderia terminar esse texto sem mencionar um pequeno detalhe. Gente, e o que foi a cena do Edward no Brasil? Eu não lembro se falam no livro onde ele ficou hospedado aqui, mas parecia que ele estava numa favela! Edward é tão rico… Não tinha um hotelzinho melhor, não? E o Cristo Redentor parecia mais aqueles adesivos que brilham no escuro, que você cola no teto! Toscoooo!

    Tiago Iorc no Mercearia

    foto: Mary Jansen

    Não sei se vocês lembram, mas final do ano passado eu fui assistir a um pocket show do cantor Tiago Iorc na Fnac do Shopping Morumbi. Sim, demorou um ano para o garoto voltar para cá… Mas finalmente conseguimos ver um show completo, com banda e tudo!

    Desta vez, na Mercearia do Jockey (que, como já diz, fica dentro do Jockey Clube de São Paulo. Duh!), lugar super bonito, com vista para a pista de corrida e parte da Marginal Pinheiros. Como o local é considerado “barzinho”, a entrada de menores era permitida apenas com acompanhantes, por isso havia vários adolescentes com seus pais e até uma avó. Acho isso tão fofo! Quando eu tiver filhos, faço questão de ir junto com eles aos shows. Apesar de que aí eles vão me achar uma pentelha, por querer ir junto a todo show… Desta vez, conseguimos juntar todos nossos companheiros de shows (juntos desde Novembro/2008, quando fomos assistir Maroon 5 juntos): Mary, Mah e Thi. Yay, concert buddies FTW!

    O que achei do show? Awwwww, ele é tãooo fofo! Eu realmente não tenho outra coisa para dizer. E se não bastasse compor, cantar muito, passear por covers inesperadas (como “Stand by Me”, que me fez lembrar Chuchuuuuu!), ainda é uma graça de pessoa. Vocês precisavam ver a fila que se formou após a apresentação, para as fotos e autógrafos. E ele atendeu todo mundo com um sorriso no rosto!

    Ah, e você, Fabi? Não tirou foto com ele? Hmmm, nope. Sei lá, me senti mais confortável observando todo movimento da fila, com os momentos tipicamente tietáveis das meninas, do que realmente participar dela. Além disso, meu grupo era POP demais para isso. E quando eu digo POP, é POP mesmo!

    foto: Mah Burini

    A surpresa da noite foi que Thi, como um garoto suuuper pró-ativo, entrou em contato com antecedência com a assessoria do Tiago e solicitou uma entrevista para seu blog. Depois de várias indas e vindas no bar, tentando concretizar a missão, ele finalmente consegui conversar com ele durante uns minutos após o show! E ainda levou Mary como fotógrafa! Chiqueeeee! Meus amigos, tá?

    Para conferir mais sobre o show, incluindo a entrevista do Thi, acesse os blogs: Blaah Blog e Foi o que Ela Disse.

    Nota mental de Fabi: Esqueci de comentar uma coisa! Assim que chegamos ao Jockey, uma surpresa: demos de cara com Tiago e a banda saindo da passagem de som! Olha, ele tem sorte de nós não sermos duas fangirls endoidecidas, porque o acesso estava facinho, facinho… Era só chegar e pular no pescoço. Estão vendo as chances que eu perco?

    Top 10 “Porque Detestei Amanhecer”

    Pois é, eu sei. Vocês devem estar assustados com o título do post, mas infelizmente é a pura realidade: eu detestei “Amanhecer”, 4º livro da série Crepúsculo, lançado este ano no Brasil. Detestei tanto, que demorei exatos 12 meses para terminar de ler. Tudo bem que eu gosto de ler calmamente, sem afobação e não faço o tipo “devoradora de páginas por minuto”, mas na verdade mesmo eu enrolei para terminar, pois não tinha a mínima vontade de ler. Já tinha até virado motivo de chacota, porque eu iniciei várias amigas na febre “Twilight” e acabei sendo a última a terminar os livros.

    Foi assim que aconteceu: desencantei. Minha febre pela saga foi diminuindo, perdendo o entusiasmo… E quando eu percebi, já estava fazendo piada com a obsessão alheia. Justo eu, que adoooro uma tietagem descarada! Que vergonha, Fabi… Mas fazer o que? A gente muda e a tietagem se adapta. É como eu digo no meu texto de apresentação: “algumas continuam até hoje, outras ocupam um espaço especial no meu coração”. Twilight é uma delas.

    O lado bom de estar fora do frenesi é que a gente consegue analisar sob uma perspectiva mais racional e, para entender cada passo do que aconteceu comigo, vejam o link abaixo (protegido para quem ainda não leu o livro, porque eu sou total spoiler free).

    Nota mental de Fabi: Será que essa moça entende meu ponto? :(

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    Propagandas Que Me Fazem Sorrir… IV

    Fangirling FTW! :)